do meu livro ABC DOS MISTÉRIOS:
Sexo.
Somos originados com consciência, não cópula. Isto vem
depois, e é o segundo estágio criativo.
(Página 133,
Concepts of Qabalah, William G. Gray, Samuel Weiser, Inc., USA – minha
tradução literal)
Deus Ele mesmo deve ser o seu parceiro sexual
encontrado através da mediação de outro ser humano.
(Página 281, Concepts
of Qabalah, William G. Gray, Samuel Weiser, Inc., USA – minha tradução
literal)
As várias formas de proteção e campos minados
psicológicos com que tais pessoas se cercam são conhecidas de todos... ...Todas elas servem com uma defesa contra
influências "mágicas" - e dentre elas há um vago medo do sexo
feminino.
(Página 245, Concepts
of Qabalah, William G. Gray, Samuel Weiser, Inc., USA – minha tradução
literal)
Como o estudante do Zohar pode descobrir por si
próprio, o sexo é claramente sacramental e a sua utilização lida com o divino.
(Página 166, Un
Jardin de Granadas, Israel Regardie, Luiz Cárcamo Editor, Espanha – minha
tradução literal.)
...alguns dos místicos religiosos mais conhecidos no
mundo não hesitaram em descrever as suas experiências de êxtase de união com o
divino em termos eróticos e, no caso deles, estamos na presença dos mais altos
vôos a que pode aspirar o psiquismo humano.
(Página 162, Sete, Desmon Varley, Edições 70,
Portugal.)
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| Michelangelo - Capela Sixtina - detalhe |
Para os qabalistas, o ato sexual é o mais divino e
sagrado sacramento. O homem e a mulher que não são ativos sexualmente e não
capazes ou não desejosos de procriar estão espiritualmente estéreis.
(Página 127, Qabalah, Alberto Lyra, Ibrasa, Brasil.)
Espiritualidade e sexualidade não constituem
qualidades vossas, não são coisas que podeis possuir e apreender, ao contrário,
trata-se de demônios poderosos, manifestações de deuses e, portanto, são muito
superiores a vós e existem por si mesmas.
(Página 97, A Gnose de Jung, Stephan A. Hoeller,
Editora Cultrix, Brasil.)
Quando se elimina o desejo através de uma variedade de
métodos de meditação e contemplação, o que resta é um cadáver psíquico do qual
se removeu artificialmente a força libidinosa cósmica do fluxo vital... ...O desejo de autoconhecimento equivale ao
desejo por alimento ou sexo.
(Página 116, A Gnose de Jung, Stephan A. Hoeller,
Editora Cultrix, Brasil.
...a vassoura, símbolo do lar sagrado, ainda que
mantivesse o seu significado sexual, converteu-se num instrumento do mal...
(Página 242, História da Magia, Kurt Seligman, Edições
70, Portugal.)
...a Cabala prova que as relações sexuais têm um poder
cósmico, tendo por efeito pôr frente a frente as hipóstases divinas quando
estão separadas (porque tudo no Universo obedece a uma lei sexual e se concilia
pela copulação): e que se prolongam mesmo depois da morte.
(Página 420, História da Filosofia Oculta,
Alexandrian, Edições 70, Portugal.)
O yoga tântrico baseia-se no maithuna, o acto sexual cerimonial praticado na India desde os
tempos védicos, que é simultaneamente uma meditação, uma forma de aprender a
ritmar a respiração e uma fusão do ser com o Cosmos.
(Página 425, História da Filosofia Oculta,
Alexandrian, Edições 70, Portugal.)
Vida sexual normal, como uma experiência convivida com
objetivos aparentemente similares, reforça ainda mais o sentimento de unidade e
identidade. Este estado é descrito como de completa harmonia, exaltado como uma
grande felicidade ("um coração e uma alma") - não sem boas razões,
visto que o retorno a condição original de inconsciência una é como uma volta à
infância. Dai os movimentos infantis dos amantes.
(Página 167, The
Portable Jung, Joseph Campbel, Penguin Books, Inglaterra – minha tradução
literal.)
O deus da morte é ao mesmo tempo o senhor do sexo.
(Página 116, O Poder do Mito, Joseph Campbell, Editora
Palas Athena, Brasil.)
...posso dizer claramente que sem a correta
compreensão do aspecto esotérico do sexo o Caminho é um beco sem saída.
(Página 110, A Cabala Mística, Dion Fortune, Editora
Pensamento, Brasil.)

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