ÁGUA.
(Página 62, Un Jardin de Granadas, Israel Regardie, Luis Cárcamo-Editor, Espanha.).
...o autor anónimo dos Precéptes du Père Abraham diz: "É necessário tirar essa água primitiva e celeste do corpo onde se encontra e que se exprime por sete letras, segundo nós, significando a semente primitiva de todos os seres, e não especificada nem determinada na casa de Aries para engendrar o seu filho. E essa água, a que os Filósofos deram tantos nomes, é o dissolvente universal, a vida e a saúde de todas as coisas.
(Página 97, O Mistério das Catedrais, Fulcanelli, Edições 70, Portugal).
"No início, tudo era como um mar sem luz", diz um hino ancestral... A água é tida, durante o culto, como morada ou domicílio (pitha) do deus... mergulhar na água significa penetrar no mistério de Maia, ir em busca do supremo segredo da vida.
(Página 36, Mitos e Símbolos na Arte e Civilização da India, Heinrich Zimmer, Editora Palas Athena, Brasil).
Respondeu Visnu:-Sou Narayana, o Homem Cósmico Primevo, que é as águas, o ser primeiro, a fonte do universo.
(Página 42, Mitos e Símbolos na Arte e Civilização da India, Heinrich Zimmer, Editora Palas Athena, Brasil).
De acordo com a concepção hindu, as águas são femininas; são o aspecto procriador e maternal do Absoluto e o lótus cósmico é o seu orgão gerador.
(Página 77, Mitos e Símbolos na Arte e Civilização da India, Heinrich Zimmer, Editora Palas Athena, Brasil).
"Baterás no rochedo e sairá água para que o povo possa beber". Moisés assim o fez na presença dos anciãos de Israel. Chamou o lugar de Massa(*) e Meriba(*), por terem os israelitas discutido e tentado o Senhor, dizendo: "o Senhor está, ou não está, no meio de nós?"
(Bíblia Sagrada, Êxodo, 17,6-7, Editora Vozes).
(*) Massa e Meriba, significam respectivamente tentação e discussão, contestação.
Metaforicamente, a água é o inconsciente... ...A personalidade consciente ... ...precisando então passar por toda uma série de provações e revelaçôes de uma jornada de terror no mar noturno, enquanto aprende a lidar com esse poder sombrio...
(Página 155, O Poder do Mito, Joseph Campbel, Editora Palas Athena, Brasil).

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